Mortes por Covid-19 aumentam para 34 no Brasil

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Presidente Jair Bolsonaro durante declaração à imprensa.

O número de mortes por Covid-19, doença relacionada ao novo coronavírus, subiu para 34 no país, conforme atualização do Ministério da Saúde divulgada na segunda-feira (23). A taxa de letalidade no Brasil, até o momento, está em 1,8%.

O número de casos confirmados também aumentou, com o total de 1.891 pacientes, de acordo com as informações repassadas pelos estados. Os óbitos confirmados se concentram no estado de São Paulo (30) e no Rio de Janeiro (4).

Atualmente, todos os estados do país registram casos da doença. O estado paulista também lidera o número de pessoas infectadas, com 745 pacientes confirmados. Em seguida vêm Rio de Janeiro (233), Ceará (163), Distrito Federal (133), Minas Gerais (128) e Rio Grande do Sul (86).

Também registram casos confirmados Santa Catarina (68), Bahia (63), Paraná (56), Pernambuco (42), Amazonas (32), Espírito Santo (29), Goiás (23), Mato Grosso do Sul (21), Rio Grande do Norte (13), Acre (11), Sergipe (10), Alagoas (sete), Piauí (seis), Pará e Tocantins (cinco), Rondônia (três), Maranhão, Paraíba, Roraima e Mato Grosso (dois) e Amapá (um).

No quadro abaixo, divulgado pela pasta, estão registrados os números de casos por região/estado:

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Medidas econômicas para o enfrentamento

Durante a pandemia de Covid-19 no Brasil e no mundo, o governo federal vem anunciando medidas econômicas diversas para a crise, como benefício a pessoas no cadastro único, liberação de compulsórios aos bancos, retirada de exigências para empregadores (como depósito do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço).

No domingo (22) foi editada uma medida provisória prevendo a interrupção do contrato de trabalho por até quatro meses, retirando também a remuneração. A medida gerou reações negativas e o governo anunciou a revogação desse mecanismo. O secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Bruno Bianco, durante a coletiva de imprensa, explicou por que houve a revogação.

“As pessoas estavam entendendo que não teria nenhuma contraprestação do empregador. E não é isso que estava no texto. A ideia do texto era muito clara. Haveria uma contraprestação por parte do empregador. Um acordo entre empregados e empregadores, para que, obviamente, o empregador pagasse os custos do empregado, sempre respeitando a Constituição Federal, que garante o salário mínimo para todos. No entanto, houve uma intepretação equivocada. Diante dessa interpretação equivocada e do descasamento das medidas – que houve por conta de uma medida não ser orçamentária e outra ser orçamentária – o presidente entendeu por bem uma revogação desse dispositivo. E pediu que nós pensássemos em um novo disposito, em outra medida orçamentária”.

O secretário também antecipou que serão lançadas medidas unindo a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e a ajuda por parte do Estado para com os empregados e os empregadores, em prol da proteção do trabalho.


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Fonte: Ministério da Saúde e Agência Brasil.

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