Butantan pede à Anvisa registro de mais 4,8 milhões de doses da Coronavac

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O governo de São Paulo, confirmou nesta segunda-feira (18), que o Instituto Butantan pediu à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) o registro emergencial para um segundo lote 4,8 milhões de novas doses da vacina contra o coronavírus desenvolvida em parceria com a biofarmacêutica chinesa Sinovac.

“A autorização para o uso emergencial que a Anvisa concedeu ontem (17) era exclusivamente válida para as 6 milhões de doses da vacina, todos elas já distribuídas ao Ministério da Saúde. Estamos seguros que essa nova análise será feita com o mesmo critério, o mesmo cuidado e a mesma agilidade com que ontem liberaram a vacina do Butantan, a vacina do Brasil”, disse o governador João Doria, em coletiva no Palácio dos Bandeirantes.

Das 8,7 milhões de doses previstas em contrato com o governo chinês para entrega até 31 de janeiro, 6 milhões já foram encaminhadas. As demais devem seguir até o final de janeiro. A programação prevê que até abril o Butantan entregue ao Ministério da Saúde 46 milhões de doses da vacina Coronavac.

Segundo o Diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, o pedido de autorização do uso emergencial do segundo lote abrangerá um número ainda maior de doses. “A primeira partida é de 4,8 milhões já em disponibilidade na medida em que for feita essa segunda autorização. Uma vez aprovado, daí a produção do Butantan será feita de acordo com essa autorização, isto é, não haverá a necessidade de todo o lote ser requisitado (o pedido emergencial), podendo chegar a uma produção adicional de 35 milhões de doses”, explicou.

Se concedida a aprovação, o Butantan poderá passar a formular e envasar novas doses com a matéria-prima vinda da China sem a necessidade de novas solicitações à agência sanitária.

Após aprovação de uso emergencial concedido no domingo (17), o Instituto colocou à disposição do Programa Nacional de Imunização (PNI) cerca de 6 milhões de doses, das quais 1,4 milhão foram destinadas ao Estado de São Paulo e 4,6 milhões para os demais estados da federação, conforme definido em entendimentos feitos entre o Instituto e o Ministério da Saúde.


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