China libera 5,4 mil litros de insumos para produção de vacina, diz Bolsonaro

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Rio de Janeiro - Chegada das vacinas da AstraZeneca/Oxford contra Covid-19 produzidas pelo Instituto Serum, na Índia, à base aérea do Galeão para serem encaminhadas à Fiocruz. (Fernando Frazão/Agência Brasil)

O presidente Jair Bolsonaro afirmou, nesta segunda-feira (25), que a China liberou 5,4 mil litros de insumos para produção da CoronaVac, vacina contra o novo coronavírus que será produzida pelo Instituto Butantan com tecnologia da farmacêutica chinesa Sinovac. O anúncio foi feito por meio do perfil do Facebook do presidente.

Além dos insumos da CoronaVac, o Bolsonaro disse que os Ingredientes Farmacêuticos Ativos (IFA) da vacina da AstraZeneca/Universidade de Oxford, que será fabricada no país pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), também estão com trâmite acelerado para que possam ser enviadas da China. De acordo com o Ministério da Saúde, o processo de liberação do insumo junto ao governo chinês “está acelerado e deve ocorrer em breve”.

https://www.facebook.com/jairmessias.bolsonaro/posts/2270092899806350

O produto, fabricado na China, está previsto para chegar em solo brasileiro até o final desta semana, de acordo com o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello. O envio da matéria-prima da CoronaVac foi acordado em negociações feitas pelos governos brasileiro e chinês. 

Após a publicação de Bolsonaro, o embaixador chinês no Brasil, Yang Wanming, também publicou uma mensagem em suas redes sociais. “A China está junto com o Brasil na luta contra a pandemia e continuará a ajudar o Brasil neste combate dentro do seu alcance. A união e a solidariedade são os caminhos corretos para vencer a pandemia”, afirmou o diplomata.

Segundo o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, a primeira remessa de insumos da China deve chegar ao Brasil até o final desta semana. “A previsão de chegada dos insumos no Brasil é até o final dessa semana, garantindo com isso a continuidade da fabricação e distribuição das vacinas”, afirmou em um vídeo postado nas redes sociais pelo ministro das Comunicações, Fábio Faria.

Com a chegada da matéria-prima das duas vacinas, tanto o Instituto Butantan quanto a Fundação Oswaldo Cruz poderão produzir, envasar e rotular milhões de doses da CoronaVac e do imunizante da AstraZeneca/Oxford. 


Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil


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