Dispneia: o que é, principais causas, sintomas e tratamento

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A dispneia é um termo médico utilizado para designar a falta de ar e demais incômodos respiratórios. Esse tipo de condição, que pode estar associada a outros problemas de saúde, é muito comum em condições que afetam os sistemas cardíaco e respiratório.

A intensidade e frequência respiratória tendem a ter um aumento normal quando realizamos ações que demandem esforço respiratório, como na realização de atividades físicas intensas. Já na dispneia, o aumento da respiração vem acompanhado pela sensação de sufocamento. 

Neste caso, o indivíduo tem incapacidade de respirar profundamente e com velocidade,  sentindo que a expansão do tórax durante a inspiração ou a expiração demanda maior esforço do que o normal. Além disso, ocorre a sensação de inspirar com urgência antes de completar a expiração. 

Principais causas

A dispneia pode ser ocasionada por inúmeros fatores relacionados a problemas cardiovasculares ou pulmonares, além de outros. Entre os principais estão:

  • obesidade
  • asma;
  • pneumonia
  • ansiedade;
  • estresse; 
  • gravidez;
  • doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC);
  • falta de condicionamento físico;
  • doenças associadas ao tabagismo;
  • doenças cardiovasculares.

Sintomas

Além da falta de ar, a dispneia pode vir acompanhada de demais sintomas, como:

  • tosse;
  • enjoo;
  • pressão ou desconforto torácico;
  • palpitações cardíacas;
  • falta de ar em repouso;
  • suores noturnos.

A falta de falta de ar também pode surgir durante o sono – condição denominada dispneia paroxística noturna -, que também pode estar relacionada a problemas cardiológicos. O indivíduo acometido por esse tipo de dispneia sente a necessidade de se sentar ou levantar devido a sensação de sufocação, que costuma melhorar após alguns minutos.

Quando procurar ajuda

Ao apresentar dificuldade respiratória, o mais indicado é procurar ajuda de um médico para melhor diagnosticar a condição, uma vez que a dispneia pode estar associada a várias causas. Desse modo, o profissional poderá indicar um tratamento mais efetivo.

Para o diagnóstico, o médico avalia o histórico clínico do paciente, bem como os sinais e sintomas apresentados. Além disso, pode ser solicitado exames complementares para ter um diagnóstico mais preciso, como medição da saturação de oxigênio no sangue (oximetria  de pulso), radiografia torácica e eletrocardiograma (ECG). 

Tratamento

O tratamento para a dispneia depende da sua causa. Pacientes encaminhados para emergência recebem oxigênio suplementar, para manter os valores de saturação normais, além de acesso venoso periférico. Nestes casos, o paciente geralmente é observado até que receba um tratamento específico.

Quando a condição está associada a problemas cardíacos, o tratamento requer o uso de medicamentos ou a realização de procedimento cirúrgico. Em casos de agentes infecciosos, o tratamento consiste na eliminação da infecção com o uso de antibióticos ou antifúngicos, por exemplo. 


Foto: Freepik


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